Óleo de aquecimento custa US$ 6,18 por galão em Massachusetts
A média estadual caiu oito centavos na semana, mas subiu US$ 2,55 em um ano. Em Framingham e arredores, o volume mínimo pode mudar o custo da entrega.
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O óleo de aquecimento residencial custou em média US$ 6,18 por galão em Massachusetts no levantamento de 2 de novembro. O preço caiu cerca de oito centavos em relação à semana anterior, mas ficou 70% acima do início de novembro de 2025. Para quem compra 150 galões, a diferença em um ano equivale a aproximadamente US$ 382.
Os números são da agência federal de informações sobre energia, a EIA, que divulgou o levantamento em 4 de novembro. A série mostra o galão a US$ 6,176 no dia 2, ante US$ 6,254 em 26 de outubro. Na semana equivalente de 2025, a média era US$ 3,630. A próxima divulgação federal está prevista para quinta-feira, dia 12.
O recuo veio depois de duas altas consecutivas em outubro. A média federal estava em US$ 6,116 no dia 12 daquele mês, subiu para US$ 6,251 no dia 19 e chegou a US$ 6,254 no dia 26. Mesmo depois da queda de novembro, o preço ficou acima do registrado na primeira semana da temporada, quando era de US$ 6,137.
Quanto custa uma entrega de óleo de aquecimento
Ao preço médio federal, um pedido de 100 galões sairia por US$ 617,60. Um de 150 galões custaria US$ 926,40, contra US$ 544,50 ao preço médio do início de novembro do ano passado. A conta multiplica o preço pesquisado pelo volume. O orçamento do fornecedor pode mudar com a cidade, a quantidade e as condições de pagamento.
O Departamento de Recursos Energéticos de Massachusetts publica uma pesquisa estadual com revendedores toda semana durante a temporada de aquecimento. A média estadual simples foi de US$ 6,17 em 2 de novembro. O levantamento também mostra US$ 5,68 no décimo percentil e US$ 6,79 no nonagésimo. Esses dois números indicam a dispersão dos preços pesquisados. As duas séries fazem parte do mesmo programa de coleta, e a média simples do estado difere da medida federal ponderada.
O estado informa que os valores se referem a entregas típicas de 100 a 150 galões ou mais e que pedidos menores podem sair mais caros por galão. Um galão americano equivale a cerca de 3,8 litros. Assim, um pedido de 125 galões corresponde a aproximadamente 473 litros.
Em Framingham e Natick, o mínimo muda a conta
Nas páginas dos próprios fornecedores consultadas neste domingo (8), a Orlando Fuel Service, de Framingham, mostrava US$ 5,78 por galão. A Daddy’s Oil anunciava US$ 5,44 e listava Framingham, Marlborough e Milford entre as cidades atendidas. A empresa informa um pedido mínimo geral de 125 galões e exige 150 em algumas cidades, entre elas Natick e Acton.
A diferença no mínimo pesa no desembolso. A US$ 5,44, 125 galões custariam US$ 680. Com a mesma tarifa, 150 galões custariam US$ 816. Esses cálculos usam o preço exibido na consulta e consideram só o combustível. Antes de fechar o pedido, vale confirmar se a empresa entrega no endereço, qual volume aceita, quando pode levar o óleo e quanto será cobrado ao final.
Para quem aluga e está comparando despesas, o primeiro passo é verificar qual combustível abastece o imóvel e quem faz os pedidos de entrega. Uma casa aquecida com óleo tem uma despesa diferente da de um imóvel ligado à rede de gás, cujas tarifas de inverno mudaram em novembro.
O que conferir no contrato de fornecimento
O guia estadual de contratos separa a compra avulsa dos planos de fornecimento. Um contrato de preço fixo estabelece o valor do galão por um período e uma quantidade definidos. Já um plano com teto estabelece um máximo e pode ter taxa de adesão. O guia orienta verificar por escrito quanto o cliente paga se o preço de mercado cair abaixo do teto e se há multa para encerrar o contrato antes do prazo. Também recomenda perguntar se o fornecedor exige sinal ou pagamento antecipado para garantir o preço.
Também vale separar o preço do combustível do custo de manutenção. Alguns fornecedores oferecem só a entrega. Outros incluem visitas técnicas, peças ou atendimento de emergência, conforme o contrato. Se a proposta incluir entrega automática ou parcelas mensais, confirme como a empresa estima o consumo e o que acontece se a casa usar mais óleo que o previsto. Essas condições ajudam a comparar propostas que exibem valores parecidos por galão.




